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sábado, 7 de maio de 2011

Fundação Simpozio: cultura de qualidade, descentralizada e gratuita...


Shows musicais no Sábado a partir das 18 hs com Sueli Ramos, Tatiana Cobbett e Marcoliva, Júlia Muniz e Airton Perrone, Sandra Koerich e Fernando Bahia.

Vamos apoiar a idéia e ajudar a DIVULGAR...

E no Domingo a partir das 17 hs com Os Skrotes, Besouros da Praia, Renata Swoboda, Denise de Castro & Claudia Barbosa, Trio Papadu e Felixfônica.

Oficinas de música no sábado: musicalização com Airton Perrone às 14 hs, canto com Júlia Muniz às 15 hs e harmonia Guinha Ramirez às 17 hs.

E no Domingo: musicalização infantil com Júlia e Airton às 15 hs e prática de conjunto com Maskinha Loureiro às 16 hs.

INSCRIÇÕES PARA AS OFICINAS: (48) 3235-1004 / 3235-3187 / 9912-1907.

EMAIL: musicanocampeche@gmail.com

Entrada franca para os shows e oficinas gratuitas com inscrições antecipadas.

terça-feira, 22 de março de 2011

Cultura também movimenta a economia...


Apoiando a descentralização da Cultura na Ilha: Fundação Cultural Simpozio no Campeche.

A Fundação Cultural Simpozio foi fundada pelo professor Evaldo Pauli, um dos fundadores da faculdade de filosofia da UFSC. Faz parte dessa organização a Biblioteca Superior de Cultura, com o acervo dos livros do professor Evaldo Pauli. Na Fundação acontecem cursos de música, dança, teatro, exposições e apresentações, coordenados por Airton Perrone e Julia Muniz.

Fundação Cultural Simpozio
Rua Humberto Rohden, 274
Campeche - Florianópolis Santa Catarina
(48) 3235-1004

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Farra do Boi: Cultura, Maus-Tratos e Hipocrisia.

Primeiro gostaria de deixar claro que não concordo com a violência contra os animais, mas tendo em vista que sempre na época que antecede a Páscoa uma tradição local (mas que existe em outras partes do mundo com outros nomes e outros interesses) toma conta dos noticiários, tenho que fazer uma observação de cunho econômico:

Se a tradição pode ser mensurada e tem rendimento financeiro ela é socialmente aceita, a exemplo das tradicionais touradas espanholas, por lá o touro recebe tratamento de primeira, mas é inquestionável que terá uma lança fincada em seu dorso e isso o levará a uma morte dolorosa. O Toureiro ganha, o dono da arena ganha, o turismo ganha e só há um perdedor.

Outro exemplo, ainda mais significativo: você sabe como o boi é abatido em um frigorífico? Pois bem, existem algumas técnicas, mas é praticamente certo que ele morrerá por choque elétrico ou através de um golpe de marreta na cabeça, mas antes disso todos os direitos de ser um animal são completamente confiscados. Se você tem alguma dúvida sobre o horror socialmente aceito, basta olhar nos olhos de um boi no corredor que antecede o abate. Como sugestão segue um link para o vídeo “A Carne é Fraca” produzido pelo Instituto Nina Rosa:

http://www.youtube.com/watch?v=EghRqeZA-TU

Isso é só para dizer que é muito fácil atirar uma pedra no vizinho, sem perceber o que as nossas próprias atitudes significam, fazendo jus ao velho ditado “o que os olhos não vêem o coração não sente”. A imagem da farra do boi não encontra restrição, mas a imagem de um boi na hora do abate será fatalmente censurada, ou por conveniência econômica: ignorada.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Apoio à Cultura: Florianópolis do discurso e Florianópolis dos números

É comum ouvir excelentes comentários sobre Florianópolis agora até no The New York Times, mas de fato quando adentramos a realidade das competências existe ainda muita coisa a ser feita para que o sonho das palavras torne-se a realidade das ações e da vivência.

Um destes absurdos é destinado à cultura: Florianópolis é a 23º capital no ranking de investimentos em relação ao orçamento municipal - receita corrente líquida, mas se for considerado o valor a "capital dos sonhos" cai para 24ª posição.

Abaixo segue um texto destinado ao Prefeito da Capital produzido por instituições e pessoas que dedicam sua vida a cultura da cidade e de sua população, lembrando que além de todos os benefícios para o ser humano a cultura é uma atividade que movimenta a economia gerando emprego e renda:


Exmo. Sr. Dário Elias Berger
Prefeito do Município de Florianópolis


Acompanhamos atentamente sua luta pela melhoria, para os moradores do município, das condições de vida de Florianópolis.

Nós também temos esse mesmo objetivo, e acreditamos que a Cultura é a forma mais consistente e duradoura de promover o crescimento do ser humano. Foi assim através dos séculos, continua sendo assim entre os povos e países mais desenvolvidos.

Nós somos o que se chama de "produtores culturais", gente empenhada em criar, produzir, distribuir e consumir bens culturais. Somos artistas plásticos, artistas populares, atores, músicos, bailarinos, diretores e escritores, mas também arquitetos museólogos, arquivistas, bibliotecários, filósofos e historiadores, e ainda cenógrafos, maestros, arqueólogos, especialistas em patrimônio e técnicos de cinema, audiovisual e teatro. Somos tantos e tão variados que o BNDES diz de nós que "as atividades culturais constituem atualmente um dos setores mais dinâmicos da economia mundial, com impactos significativos e crescentes sobre a geração de renda e emprego e sobre a formação do capital humano das sociedades".

Sr. Prefeito, geramos emprego e renda, pois o que fazemos não é diletantismo, não se sustenta como mero passatempo, como fugaz ocupação para as horas de ócio. Somos profissionais, o que embute, além da extrema qualidade, o conceito de dinheiro em nossa atividade.

Sentimos, vemos que as coisas não vão bem por aqui em termos de Cultura. A CNM – Confederação Nacional de Municípios – mostra isso em números. Eles estão nos quadros que anexamos mais abaixo. Das 26 capitais brasileiras de estados, Florianópolis é apenas a 23a em investimento do orçamento para a Cultura, em termos de percentual da Receita Corrente Líquida. Se considerarmos valores absolutos, caímos para a 24a posição: conseguimos ficar à frente de Porto Velho, capital de Rondônia, e Maceió, nas Alagoas. Só ganhamos delas.

Esse nosso triste quadro municipal torna-se lamentável quando comparado com as cidades catarinenses. Em conjunto, incluindo os pífios resultados da Capital, os municípios de Santa Catarina colocam o Estado na 15a posição (em % da RCL). Ainda assim, esta colocação não é nada extraordinária considerando-se que somos uma das oito economias mais fortes do país.

E ainda nem começamos a discutir a qualidade desse investimento em Cultura que se vem fazendo aqui, historicamente ou não. Essa discussão, para ser criteriosa e consequente, bem como responsável com o dinheiro público, só pode se dar em um único lugar: no Conselho Municipal de Cultura – equipamento disponível em 48 dos 293 municípios catarinenses, mas, absurdamente, inexistente na Capital do Estado.

Por tudo o que precisa ser feito – desde organizar centros culturais em cada região da cidade, equipados com teatro, biblioteca, museu, sala de projeções, galeria de artes, salas de ensaios e oficinas, até coordenar, entre outras unidades, a Biblioteca Pública Municipal Professor Barreiros Filho, o Teatro da UBRO, a Casa da Memória, o Centro Cultural Bento Silvério, a Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e representar a cidade nos fóruns estaduais e nacionais competentes –, fica clara a necessidade de uma Secretaria da Cultura com assento no Colegiado municipal, com atribuições exclusivas para a área, com autonomia, com orçamento e com quadro próprio de funcionários.

A experiência municipal, bem como a estadual, já demonstraram que não têm condições de funcionar com um mínimo de competência secretarias multimarcas que englobem num saco só turismo, esporte e cultura (geralmente nesta ordem de importância), áreas tão distintas entre si, com problemas e necessidades muito específicas. Imagine-se, por exemplo, como protestarão os homens e mulheres do turismo e do esporte se tal órgão for entregue, para administrá-lo, a um poeta, a um pintor ou a um bailarino. Todas as recíprocas são verdadeiras.

Por tudo isso, nós, homens e mulheres da Cultura, produtores culturais que trabalham e empreendem nesta cidade, signatários do presente documento, vimos solicitar a Vossa Excelência o encaminhamento de um projeto que proponha a alteração da Lei Complementar nº 1000/2009, aprovada pela Câmara dos Vereadores da Capital em 26.01.2009, que dispõe sobre o modelo de gestão e a estrutura organizacional da Administração Pública Municipal de Florianópolis, no sentido de retirar a Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes da área de subordinação à Setur.

A imprensa, aliás, já noticiou que é essa sua intenção. O que nos faz crer nesta informação é a declaração enfática do titular da Setur, feita em reunião ocorrida no mesmo dia 26 de janeiro no gabinete do excelentíssimo Vereador Márcio de Souza, de que nem sua Secretaria nem a Prefeitura faziam qualquer objeção a que a Fundação fosse independente e autônoma se este for o desejo da classe cultural local. E é.

Em todo o Brasil, verifica-se um caminho inverso em relação à cultura e ao turismo, uma vez que a vinculação de uma ao outro trouxe prejuízos ao desempenho de ambos, especialmente à cultura, um setor naturalmente dissociado da indústria e do comércio, diferentemente do turismo, que encontra aí seu desenvolvimento orgânico. Se a Fundação Franklin Cascaes precisa estar vinculada a uma secretaria, que o seja à Secretaria Municipal da Cultura – questão esta que precisa ser equacionada e decidida com urgência. A permanência de uma fundação de cultura sem vinculação nenhuma ao turismo é mais do que necessária diante das especificidades da área.

Além da Franklin Cascaes, são muitos os exemplos meritórios de fundação cultural com status de secretaria e desvinculada do turismo: Fundação Gregório de Matos (Salvador, BA), Fundação Cassiano Ricardo (São José dos Campos, SP), Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Juiz de Fora, MG), as fundações culturais de Curitiba (PR) e Jacareí (SP), e também as fundações de municípios catarinenses como Blumenau, Joinville e Itajaí.

O corpo funcional concursado e enxuto, a autonomia financeira, o orçamento próprio e requisitos específicos de licitação fazem das fundações órgãos com facilidades administrativas superiores às secretarias. Sem dúvida nenhuma, a autonomia administrativa de uma fundação, com este amplo horizonte de articulação com as mais diversas áreas, evita a constituição de uma superestrutura pesada.

Neste momento em que a Franklin Cascaes começa a pôr em prática o protocolo de intenções assinado com o MinC – o Ministério da Cultura, comprometendo-se a ter um Conselho Municipal de Cultura (que precisa ser constituído e empossado de imediato), um sistema de financiamento por edital público de seleção e uma instituição aparelhada para formular e gerir a política setorial da cultura, a proposta de vinculá-la à Setur representa um grande retrocesso na institucionalização das políticas públicas para a cultura em Florianópolis.

Assim sendo, contamos com a sensibilidade de Vossa Excelência para que desvincule a Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes da Setur, mantendo assim sua autonomia administrativa, seu status de secretaria e sua participação direta no colegiado do primeiro escalão do governo.

Cordialmente,

Entidades Apoiadoras
1. APRODANÇA – ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL DE DANÇA DE SANTA CATARINA.
2. ASSOCIAÇÃO CULTURAL ALQUIMÍDIA.
3. ASSOCIAÇÃO CULTURAL BAIACU DE ALGUÉM.
4. ASSOCIAÇÃO CULTURAL CINEMATECA CATARINENSE.
5. ASSOCIAÇÃO CULTURAL PANVISION. (FAM – FLORIANÓPOLIS AUDIOVISUAL MERCOSUL).
6. ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL DE DANÇA DE SANTA CATARINA.
7. CIA. APATOTA DO TEATRO.
8. CIA. CÊNICA ESPIRAL.
9. CIA. DE ARTE IRREVERSÍVEL DE FLORIANÓPOLIS.
10. CINEMATECA CATARINENSE.
11. COMPASSO ABERTO – ESCOLA LIVRE DE MÚSICA.
12. ERRO GRUPO DE TEATRO.
13. FECATE – FEDERAÇÃO CATARINENSE DE TEATRO.
14. GESTO – ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES TEATRAIS DA GRANDE FLORIANÓPOLIS.
15. GRUPO AFRICATARINA DE ARTE E ARTE-EDUCAÇÃO.
16. GRUPO ARREDA BOI.
17. MAR – MOVIMENTO DE ARTISTAS DE RUA DE FLORIANÓPOLIS.
18. ONG CORAÇÃO NATIVO.
19. ORTH PRODUÇÕES.
20. SOCIEDADE AMANTES DA LEITURA.
21. TEATRO ARMAÇÃO.
22. TEATRO EM TRÂMITE.
23. TEATRO SIM... POR QUE NÃO?!!!
24. TÉSPIS CIA. DE TEATRO.
25. TRAÇO CIA. DE TEATRO.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Cultura: “Arte na Ilha” dias 06 e 07 de novembro na FIESC.


O projeto “Arte na Ilha” esta completando 15 anos e em 2008 homenageia o centenário de Franklin Cascaes, historiador, pesquisador, ecologista, artista plástico e folclorista que dedicou grande parte de sua vida aos registros das tradições, usos e costumes do povo ilhéu.

Durante este ano os professores e alunos da Escola da Ilha descobriram, estudaram e “releram” a vida e obra deste que foi um dos mais importantes artistas catarinenses. Uma oportunidade única para registrar o fascínio e a magia da obra numa mostra de artes plásticas, música, cinema e teatro.

O projeto “Arte na Ilha” é um evento que valoriza a arte e os artistas nos mínimos detalhes e demonstra o verdadeiro sentido de transformações que a arte pode exercer na vida das pessoas. No Brasil das Escolas a arte é valorizada!



Divulgue esta idéia! Valorizar a arte na Escola é colaborar concretamente com o futuro do Brasil, pois a construção do futuro começa hoje e se tem um caminho é através da educação.

Para maiores informações sobre o Evento entre em contato com Vera Moura, Diretora Geral e Produtora do Evento, ou com Danilo Prado Garcia Filho, no telefone: 48.3223-5725

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Cultura: 10 anos sem Zininho



Em 5 de Setembro de 1998 faleceu, no Hospital Nereu Ramos, em Florianópolis, vítima de enfizema pulmonar, Cláudio Alvim Barbosa, o Poeta Zininho. Autor do Rancho de Amor à Ilha, Hino Oficial de Florianópolis, e de muitas outras canções que ajudaram a compor o cenário riquíssimo da história da música em Santa Catarina. Nada mais justo que render minhas homenagens e pedir que todos aqueles que se sentiram tocados pelo amor a esta terra ou a gente que aqui habita, faça desse dia um dia especial, não apenas para lembrar os 10 anos, mas os 69 que ele ficou por aqui. Afinal muitos amam essa terra, mas poucos conseguiram traduzir em palavras esse amor.

Cláudio Alvim Barbosa, o poeta Zininho, foi um compositor brasileiro da música popular que dedicou sua vida à música e todas as suas vertentes na cidade de Florianópolis. Nasceu na localidade de Três Riachos, em Santa Catarina. Na infância, viveu no Largo 13 de Maio (atual Praça Tancredo Neves), tendo o antigo casario da rua Menino Deus e o Hospital de Caridade como vizinhos. Sua adolescência foi no continente, no balneário do Estreito. Desde jovem, foi atraído por atividades radiofônicas. Trabalhou nas rádios Diário da Manhã e Guarujá, onde fez de tudo um pouco: cantor, rádio-ator, sonoplasta, técnico de som e produtor.

Foi nesta época de ouro do rádio, nas décadas de 40 a 60, que compôs mais de cem músicas, de marchinha a samba-canção. Destacam-se "A Rosa e o Jasmim", "Quem é que não chora", "Princesinha da Ilha" e o "Rancho de Amor à Ilha". Mesmo com o declínio do rádio, enquanto veículo, continuou a gravar. Zininho recolheu-se em seu apartamento, no bairro continental do Abraão, principalmente depois da manifestação de um enfisema pulmonar, que o levou à morte no dia 05 de setembro de 1998. Outras composições de Zininho: "Eu sou assim", "O que seria de mim", "Num cantinho qualquer", "Jardim dos meus amores", "A Margarida e o Mal-me-quer", "Viva a Natureza", "É tão tarde", "Pra que negar", "Insônia", "Falta de você", "Saudade, meu bem, saudade", "Se o amor é isso", "Desespero", "Largo 13 de Maio", "Magia do Morro", "Você há de pagar", "Deixa a porta aberta", "Miramar", "Preconceito Racial", "Homenagem à Princesa".

O "Rancho de Amor à Ilha" música vencedora de um concurso de marchinhas promovido pela Prefeitura de Florianópolis em 1965, foi, alguns anos depois, transformado em Hino Oficial da Cidade de Florianópolis através de Projeto de Lei do ex-Vereador Waldemar Joaquim da Silva Filho, o “Caruso”.

Faleceu em 5 de setembro de 1998, em Florianópolis, vítima de insuficiência respiratória decorrente de uma enfizema pulmonar

- Hino Oficial de Florianópolis -

Rancho de Amor a Ilha

Um pedacinho de terra,
perdido no mar!...
Num pedacinho de terra,
beleza sem par...
Jamais a natureza
reuniu tanta beleza
jamais algum poeta
teve tanto pra cantar
Num pedacinho de terra
belezas sem par!
Ilha da moça faceira,
da velha rendeira tradicional
Ilha da velha figueira
onde em tarde fagueira
vou ler meu jornal.
Tua lagoa formosa
ternura de rosa
poema ao luar,
cristal onde a lua vaidosa
sestrosa, dengosa
vem se espelhar...

Quando a nossa cultura for valorizada e receber a importância que de fato tem, nós estaremos realmente preparados para nos transformar num País do Primeiro Mundo, viver em condições condizentes com a riqueza e exuberância desta terra e do nosso povo. Janine Alves

A Cultura também faz parte da Economia de um País

É só sair do Brasil que o perfil do brasileiro sofre significativa mudança. Saímos pelo mundo para conhecer pontos turísticos, mas, sobretudo para conhecer a cultura de outros povos. Conheço pessoas que já visitaram museus em várias partes do mundo, mas nunca entraram sequer uma vez no Museu Cruz e Souza na Praça XV de Novembro em Florianópolis. Digo isso, porque acredito que no Brasil a cultura deva receber um timbre econômico, pois gera emprego, renda e de quebra impostos para o Governo.

O fato é que no Brasil para conseguir apoio cultural você precisa de um canal de comunicação, ou seja, um “lobista” que conheça que e possa interferir junto de empresas e instituições para receber o tão almejado apoio financeiro ou logístico. Um bom projeto, uma excelente idéia apenas não basta. Falo isso, porque na próxima sexta-feira dia 05 de setembro fará 10 anos da morte do compositor do Hino de Florianópolis, Cláudio Alvim Barbosa, o Zininho, o projeto de um show não encontrou apoio, seja na iniciativa pública ou privada, espero que ele seja lembrado pelo menos na imprensa, já que na prática a imprensa tem sido a voz do povo e nesse caso o poeta fala das belezas de uma terra e da cultura de seu povo.

Num pedacinho de terra belezas sem par! Ilha da moça faceira, da velha rendeira tradicional Ilha da velha figueira onde em tarde fagueira vou ler meu jornal (Claúdio Alvim Barbosa) Trecho da Música Rancho de Amor a Ilha, Hino 0ficial de Florianópolis.

ENTREVISTA: VIAGEM AO EXTERIOR (Jornal Hoje/Globo)

http://g1.globo.com/jornal-hoje/videos/t/edicoes/v/cartao-de-debito-pre-pago-e-boa-opcao-para-pagar-contas-em-viagens-ao-exterior/2541690/

DICAS DE ECONOMIA: ENDIVIDAMENTO E TAXA DE JUROS (BOM DIA SC

Participação Matéria do RBS Notícias (matéria de encerramento do telejornal)

Os cuidados com as crianças na hora de ir as compra (RBS Bom Dia SC)

Entrevista no Jornal do Almoço RBS TV SC: 13º salário

Como gastar o 13º Salário

Entrevista sobre Finanças Pessoais