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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Paraguai "detona" o Brasil para conquistar investidores brasileiros


É impressionante isto! O subdesenvolvimento está entranhado na cabeça das pessoas e não simplesmente na estrutura econômica de um país. Quem não consegue ser bom por si mesmo tenta pisar na "cabeça" do vizinho para ver se alcança um patamar mais "alto" e com isso ao invés de subir cai no próprio descrédito.

Estou falando de um Evento que o Ministério da Indústria e Comércio do Paraguai e REDIEX (Rede de Investimento e Exportação do Paraguai) juntamente a SENATUR (Secretaria de Turismo do Paraguai), o Ministério de Obras Públicas e Comunicação, o FORO Brasil e a Câmara Paraguaio-Americana, têm o prazer de convidá-lo para o Paraguay Invest. Para promover o Evento, ao invés de exaltarem as características positivas do Paraguai, simplesmente detonam a América Latina e o Brasil, neste caso o país sede do Evento

Confira agora os 10 motivos para investir no Paraguai (Fonte:
REDIEX) e tire suas própria conclusões, porque a minha é apenas uma: enquanto este tipo de atitude persistir a América Latina continuará a margem da economia mundial:

1. Maior estabilidade monetária e fiscal na América Latina (nunca
teve forte desvalorização, expropriação ou congelamento de
poupança);

2. Rápida recuperação do crescimento econômico e do investimento
após a crise de 2008-2009 o crescimento de 6% no primeiro semestre de
2010 com base na produção de alimentos como a demanda mundial tende
a crescer;

3. Leis de atrações para investimento: Regime de Maquila, que
estabelecem isenções fiscais e outros benefícios para as
indústrias que produzem para exportação;

4. Acesso ao MERCOSUL, uma área de livre comércio com um PIB de
EUA $ 2 bilhões, que também inclui Argentina, Brasil e Uruguai;

5. Trabalho: excelente custo-benefício da região e menor
contribuição previdenciária sobre os salários;

6. População na sua maioria jovem e com grande facilidade de
aprendizagem e de formação;

7. Abundante disponibilidade de energia elétrica a taxas mais
baixas na região;

8. Centro do Paraná-Paraguai, Paraná-Tietê Waterway com frete
grátis na maior parte do país durante todo o ano;

9. Clima ameno e ausência de catástrofes naturais;

10. Água em abundância e terras férteis para a agricultura.


Para quem quiser participar:

Convite

O Ministério da Indústria e Comércio do Paraguai e REDIEX (Rede
de Investimento e Exportação do Paraguai) juntamente a SENATUR
(Secretaria de Turismo do Paraguai), o Ministério de Obras Públicas
e Comunicação, o FORO Brasil e a Câmara Paraguaio-Americana, têm o
prazer de convidá-lo para o Paraguay Invest.

O evento acontecerá na cidade de São Paulo, no dia 25 de outubro
no Hotel Sofitel São Paulo Ibirapuera, onde irão participar
líderes brasileiros e paraguaios dos setores: financeiro,
imobiliário, jurídico, logística, infraestrutura, agronegócio,
farmacêutico, energia e industrial.

Hotel Sofitel São Paulo

Rua Sena Madureira, 1355

Ibirapuera, São Paulo – SP – Brasil

25 de outubro de 2011 - Terça-feira

8:30hs às 16:00hs

RSVP

Confirmar sua presença até o dia 14/10/2011 por telefone

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Risco Brasil é menor que risco EUA pela 1ª vez




É isso mesmo! Hoje é um dia para marcar a agenda econômica brasileira, pois há bem pouco tempo atrás, entre 2002 e 2003 o risco de investir no Brasil beirava os 2.500 pontos, agora chega a inacreditável marca de 42 pontos e abaixo do risco nos Estados Unidos (49 pontos). Por um lado, isto abre a perspectiva de novos investimentos, aumenta a entrada de dólar no país e torna mais barato os produtos importados mas, por outro lado, faz cair ainda mais a cotação do dólar, impactando diretamente na industria na competitividade do produto de brasileiro no exterior (que chega lá fora mais caro, porque o real fica valorizado). Mas entre os benefícios e as conseqüências, prefiro acreditar que este é um importante passo, pois aumentará também a responsabilidade dos governantes para manter esta nova realidade. E a cobrança para isto não será apenas interna, mas de todo o mercado investidor mundial.

Para maiores informações leia:


Entenda por que o risco de investir no Brasil está menor

Medida beneficia consumidor porque produto importado fica barato e incentiva concorrência

Raphael Hakime, do R7

O ministro Guido Mantega disse nesta quarta-feira (15) que o risco de se investir no Brasil, pela primeira vez, está menor que aplicar grana nos Estados Unidos. O risco, no entanto, só é menor para os casos de investimentos no curto prazo. Para chegar a esta conclusão, Mantega levou em conta o CDS (Credit Default Swap) ou swap de default de crédito.

Esse termo com nome complicado nada mais é que um seguro que um investidor contrata na hora de aplicar dinheiro em outro país. Se houver uma pane na economia desse determinado país, a empresa que fez o CDS paga o que o investidor aplicou, explica o economista Silvio Campos Neto, da Consultoria Tendências.

- [O CDS] é um seguro de uma dívida, é um custo de seguro de dívida. O mercado usa esse tipo de contrato para que o comprador do papel de um país ou uma empresa não corra risco em caso de um problema de crédito, ou seja, um default. Então, alguém compra um papel da dívida brasileira e, se não quiser correr o risco de o país sofrer uma moratória, paga um prêmio para uma empresa que oferece esse seguro e fica com a garantia em relação a qualquer evento.

Campos Neto explica que existem CDS de vários prazos - um, dois, cinco ou dez anos. Na última terça-feira (14), o CDS do Brasil recuou para 42 pontos no prazo de um ano, contra o custo de 49 pontos base para proteção da dívida dos EUA em um prazo equivalente. O economista explica que uma indefinição política nos Estados Unidos causou o aumento do custo do seguro por lá.

- No caso do CDS de um ano dos Estados Unidos, esse custo subiu um pouco nos últimos dias por conta da preocupação com a ampliação do teto da dívida do país. Não houve um consenso no Congresso e o que se especula é que o Tesouro local só tem até o início de agosto para honrar os compromissos. Ou seja, seria ampliado esse teto da dívida [para depois de agosto]. Esse impasse da ampliação ou não do teto da dívida deixou o seguro mais caro.

O economista da Tendências afirma que os CDSs mais longos – sobretudo o de cinco anos de duração - são mais usados pelo mercado para assegurar uma dívida. Mesmo assim, ele reconhece que o custo do seguro do Brasil deixa o país com fama ainda melhor no mercado internacional.

- Esse indicador é um bom critério [para avaliar o risco Brasil]. Esse custo de assegurar a dívida dá uma medida direta do que o mercado avalia em caso de risco de um evento de crédito. Nesse caso, dá para dizer, grosso modo, que, no período de um ano, o mercado está vendo um risco menor no mercado do Brasil do que no dos Estados Unidos, por conta especificamente do caso do limite da dívida.

Como isso muda sua vida?

Essa redução do risco para aplicações no Brasil pode ser benéfica para o consumidor, sobretudo quando ele quiser comprar um bem produzido em outro país, explica o economista.

- Fica mais barato consumir bens da economia que envolvem algum item importado, seja aqueles diretamente importados ou os bens produzidos aqui com insumos importados. Para o consumidor é bom porque ele tem produtos mais baratos e de boa qualidade. Isso gera concorrência e não se consegue aumentar tanto os preços dos produtos feitos aqui.

Outra consequência possível é o aumento da entrada de dólares no país, que ficou mais atrativo para os investidores estrangeiros. Mesmo assim, a redução do CDS no Brasil é uma resultado do fluxo cambial para o país, diz economista.

- Mais dólares entram aqui e esse fato visualizado hoje é uma consequência e o Brasil se beneficiou disso. Por isso que o consumo no Brasil pode subir tanto nos últimos anos. O real ficou mais forte e a renda em reais aumentou o poder de compra e melhorou o bem-estar da sociedade.

Esse possível fluxo maior de dólares para o Brasil deve repercutir na indústria, que abomina a entrada da moeda estrangeira em massa por aqui. Isso porque, com mais dólares disponíveis, maior a competitividade dos produtos estrangeiros por aqui. Ao mesmo tempo, as mercadorias brasileiras perdem espaço no mercado internacional, já que chegam mais caras lá.

Esse cenário pode se refletir no mercado de trabalho porque a indústria pode deixar de investir no setor e, consequentemente, reduzir as contratações e afetar o mercado de trabalho brasileiro.

Fonte: http://noticias.r7.com/economia/noticias/entenda-por-que-o-risco-de-investir-no-brasil-esta-menor-20110615.html?question=0

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Inadimplência em Alta: Maior Alta desde 2002.

Este número preocupa neste início de ano. Inadimplência de um lado, pressão sobre as vendas do outro.


Inadimplência do consumidor cresce 24,8%, a maior alta anual desde 2002

SÃO PAULO – A inadimplência do consumidor no mês de janeiro registrou alta de 24,8% em comparação com o mesmo período do ano passado, apontou o indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, divulgado nesta quarta-feira (9).

Esse foi o maior crescimento anual registrado desde julho de 2002. De acordo com os economistas da Serasa Experian, o crescimento da inadimplência é resultado da expansão do endividamento dos consumidores, que cresceu acentuadamente durante todo o ano passado.

Mensal

Na comparação entre janeiro e dezembro passado, por sua vez, houve queda de 3,3%, o que significa, segundo a instituição, o controle da inadimplência.

Para o especialistas, o recuo registrado entre janeiro de 2011 e dezembro de 2010 mostra que a inadimplência do consumidor não conta com a mesma aceleração dos meses anteriores (foram oito altas mensais seguidas entre maio e dezembro de 2010).

Decomposição

A inadimplência com cartões de crédito e financeiras recuou 1,6% frente a dezembro, enquanto as dívidas com os bancos caíram 1,7% no mesmo período.

Os cheques apresentaram baixa de 13,4% na inadimplência.

Fonte: InfoMoney http://dinheiro.br.msn.com/

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Preço Público: Consumidores Organizados em Rede

Uma idéia inovadora coloca os consumidores na vanguarda da comunicação em rede com o Projeto Preço-Público, pois a idéia é unir os consumidores para divulgar os melhores preços por todo o Brasil no melhor estilo “C to C” (consumidores para consumidores). O Projeto nasceu por uma iniciativa de pesquisadores da UFSC do Departamento de Engenharia e Gestão do Conhecimento e chegou as ruas através do site http://www.precopublico.com.br/index.jsp , nele os consumidores cadastrados podem informar e compartilhar os melhores preços encontrados no comércio. Uma iniciativa que vai fazer diferença, por isso:

PARTICIPE E DIVULGUE ESTA IDÉIA!


O PROJETO

O Preço Publico é um projeto social, sem fins lucrativos, que visa oferecer à sociedade uma ferramenta robusta, inteligente e gratuita para o compartilhamento e a busca da melhor oferta de preços de produtos e serviços diversos. Não comercializa ou tem participação financeira em qualquer transação comercial.

Sabemos que a variação dos preços dos produtos e serviços ofertados no mercado tradicional é extremamente elevada e, na maioria das vezes, não é justificável. Em uma mesma cidade, em um mesmo bairro, e até em uma mesma rua, encontramos o mesmo produto ou o mesmo serviço com valores totalmente discrepantes. Sabemos também que o ritmo de vida, as questões físico-humanas e financeiras impedem que qualquer cidadão faça uma busca extensiva pela oferta mais justa para o produto ou serviço de seu interesse. Mas também sabemos que a tecnologia com toda sua evolução pode, e deve, trabalhar a favor de nós, proporcionando meios eficazes de facilitar este trabalho.

O Preço Justo baseia-se no princípio da ajuda mútua, no voluntariado social, onde cada qual, consciente de sua responsabilidade com os demais e tendo nas mãos uma ferramenta web gratuita, disponibiliza as suas informações, os seus conhecimentos de preços e ofertas com o objetivo de tornar esta informação pública e acessível a todos instantaneamente.

O projeto é desenvolvido por profissionais com grande experiência na área de tecnologia e elevada formação acadêmica motivados pela idéia de aplicar seus conhecimentos para o desenvolvimento de um sistema tecnológico porém também humano e de cunho social.

SITE: http://www.precopublico.com.br/index.jsp

sexta-feira, 6 de março de 2009

VENDAS NOS SUPERMERCADOS DE SC COMEÇAM EM ALTA EM 2009

A crise para alguns brasileiros é crônica, atemporal e independe do que está acontecendo lá fora falta comida na mesa, em compensação para outros mesmo em tempo de crise a renda recebida permite sustentar o crescimento das vendas no comércio varejista, afinal com crise ou sem a crise a população aumenta e todos precisamos comer para continuar existindo o que reduz os riscos do setor em momentos de fortes turbulências.


VENDAS NOS SUPERMERCADOS DE SC COMEÇAM EM ALTA EM 2009

As vendas dos supermercados catarinenses começaram 2009 em alta de 7,42% no comparativo entre janeiro deste ano e janeiro de 2008. Em relação a dezembro de 2009, janeiro de 2009 registrou queda de 16,45%, isso devido a dezembro ser o mês de vendas mais forte do ano. O desempenho do setor foi positivo em 2008 comparativamente ao mesmo período de 2007, quando as vendas superiores em cerca de 10%. Os dados foram apurados pela Associação Catarinense de Supermercados (ACATS) através de pesquisa da WB Telecom junto a 50 empresas do segmento em Santa Catarina, de todos os tamanhos e em todas as regiões.

Páscoa:

BOAS EXPECTATIVAS DE VENDAS EM SC

Os Supermercados catarinenses estão otimistas em relação a vendas de chocolate na Páscoa. Pesquisa realizada pela Associação Catarinense de Supermercados (ACATS) indica que o desempenho do segmento de produtos ligados à Páscoa, com destaque para o chocolate, poderá ser de até 9% superior a 2008. Essa é a opinião de 40% das 50 empresas que se manifestaram na pesquisa, entre elas lojas de pequeno e médio porte de todas as regiões e as redes de maior presença no varejo catarinense.

A postura mais cautelosa, de que o resultado deste ano será idêntico a 2008, é de 26% das empresas pesquisadas. Já para 34% das empresas, a venda este ano será menor que em 2008, em 6% na média.

Nacional:

FABRICANTES BUSCAM MESMO RESULTADO DE 2008

Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Balas e Derivados (Abicad) garante que serão vendidas pelo menos 229.000 toneladas de produtos para a Páscoa mesma quantidade vendida em 2008. O setor faturou 767 milhões de reais no período.


Indústria:

CONTRASTES DO MERCADO DA CARNE BOVINA


O frigorífico JBS-Friboi avalia neste mês quais de suas plantas no Brasil terão sua produção ampliada com a possível contratação de até 5.000 pessoas durante o primeiro semestre de 2009. O objetivo é fortalecer a cadeia produtiva e expandir a participação da companhia no mercado de carne bovina.
Já o Frigorífico Independência, uma das maiores empresas exportadores de carne bovina do Brasil, ajuizou pedido de re-cuperação judicial para reestruturar dívidas e continuar suas operações. Há menos de um mês, a empresa anunciou o fechamento de uma unidade de abates em Campo Grande (MS). Semana passada, veio a informação da houve suspensão de abates em todas as unidades em funcionamento no país.

Leite:

DESEQUILÍBRIO NA BALANÇA COMERCIAL

A balança comercial brasileira de lácteos foi deficitária em janeiro, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

As importações cresceram 91,63% em valores e 135,57% em quantidade na comparação com o mesmo período do ano passado. Do total adquirido em janeiro, 82% veio da Argentina, o que fez o setor produtivo brasileiro suspeitar de triangulação por parte do país vizinho. Segundo lideranças do segmento lácteo, a Argentina poderia estar importando leite da União Européia e da Nova Zelândia e revendendo ao Brasil por preços abaixo do custo de produção, prática conhecida como dumping, o que inviabilizaria a produção nacional.

Fonte: Informativo ACATS

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Lei Seca diminui arrecadação de impostos, mas poupa vidas.

A Secretaria da Fazenda de Santa Catarina começou a computar quanto deixou de arrecadar com a queda no consumo de bebidas alcoólicas por conta da lei seca: R$ 10 milhões em impostos sobre bebidas deixaram de ser arrecadado pelo governo estadual desde maio, O ICMS recolhido dos fabricantes de bebidas em geral diminuiu de R$ 37 milhões em maio, período anterior a lei, para R$ 27,8 milhões em julho.

Mas é importante ressaltar uma frase que diz “O Ministério da Saúde adverte: 70% dos acidentes de trânsito são causados por ingestão de bebidas alcoólicas”, o que deve inverter completamente a análise. A redução de acidentes implica também em queda nos custos com o tratamento em hospitais de pessoas acidentadas, com pensões sobre invalidez e morte e, ainda, poupa o país de perder prematuramente pessoas que durante anos receberam investimentos (seja através de recursos próprios ou do Estado) para se tornar em força de trabalho ativa, que ao contrário de outras informações este valor pode apenas ser estimado através de cálculos complexos, porém inexatos. Segundo estudo do IPEA o custo unitário de cada morto em acidentes de trânsito é de R$ 270.165, o de cada ferido em R$ 36.305 e o de cada acidente com prejuízos materiais em R$ 1.040, fora o prejuízo emocional e moral causado pelos ferimentos e a mortalidade que aflige milhares de famílias todos os anos.

Na outra ponta do processo estão os bares e restaurantes que amargam o prejuízo de 40% no faturamento o que está causando demissões no setor, mas é importante ressaltar que a criatividade de empresários e clientes tende a ganhar espaço com esta nova lei. Além da carona solidária, serviço de táxi, etc., vai ganhar espaço o “bar da esquina”, ou seja, um incentivo para os bares de bairros e próximo da casa dos clientes, mas estes também deverão estar preparados para receber clientes mais exigentes.

A sugestão é: que o Governo coloque o foco em quanto deixará de gastar com os acidentes provocados pela ingestão de álcool, que os proprietários de bares e restaurantes em quanto poderão aumentar o faturamento com aqueles clientes que moram no entorno do estabelecimento e que os clientes sejam racionais quanto a importância do cumprimento da lei. Uma questão de foco e criatividade...

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Consumidor deve gastar, em média, R$ 320 em compras na web para o Dia dos Pais

As pessoas que comprarem pela internet para presentear no próximo Dia dos Pais gastarão, em média, R$ 320, segundo estimativa da e-bit (empresa de pesquisa e marketing on-line), divulgada nesta quinta-feira (31).

Devido aos brindes, descontos e facilidades de pagamento, a internet atrairá os filhos, que gastarão, em média, 8% a mais do que gastaram na mesma data comemorativa em 2007, quando o tíquete médio ficou em R$ 299.

Comparando: fora do universo virtual a expectativa da Associação Comercial de São Paulo é de que os consumidores gastem, em média, R$23,00 no comércio, já de acordo com a Associação dos Lojistas de Shopping é de que o consumidor desembolse em média, R$120,00 no shopping. O poder aquisitivo, aliando as facilidades de compra e de pagamento parece prevalecer, fazendo a intenção de gasto com as compras virtuais, em média, ficarem 62,5%acima das compras nas lojas dos shoppings e 92,8% acima das expectativas de gastos nas lojas do comércio em geral.

Dia dos Pais: carga tributária pode chegar a 78,43% do valor do presente

De acordo com estudo realizado pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), a carga tributária pode chegar a 78,43% do valor do presente do Dia dos Pais deste ano. Quem for comprar roupas, por exemplo, pagará em média 34,67% em tributos.

"Com tantas opções, o consumidor que sairá ganhando é aquele que levar em conta o quanto paga de imposto em cada produto e souber aproveitar o momento", disse o diretor técnico do IBPT, João Eloi Olenike. Os dados mostram que os perfumes importados são os presentes com maior carga tributária embutida, seguidos dos nacionais, cuja incidência é de 69,13%.

Ranking
Em seguida, estão os charutos, com 61,56%, o wisky (61,22%), o tênis importado (58,59%) e os vinhos (52,50%), de acordo com a tabela abaixo:

Produto Impostos
Perfume importado 78,43%
Perfume nacional 69,13%
Charuto 61,56%
Wisky 61,22%
Tênis importado 58,59%
Vinho 52,50%
Aparelho MP3 ou iPOD 49,45%
Óculos de sol 44,18%
Ingressos (tickets) 40,85%
Aparelho de barbear 40,78%
Cinto de couro 40,62%
Telefone celular 39,80%
CD 37,88%
Sapatos 36,17%
Calça jeans 34,67%
Camisa 34,67%
Almoço em restaurante 32,31%
Jantar em restaurante 32,31%
Livros 15,52%

Fonte: IBPT

ENTREVISTA: VIAGEM AO EXTERIOR (Jornal Hoje/Globo)

http://g1.globo.com/jornal-hoje/videos/t/edicoes/v/cartao-de-debito-pre-pago-e-boa-opcao-para-pagar-contas-em-viagens-ao-exterior/2541690/

DICAS DE ECONOMIA: ENDIVIDAMENTO E TAXA DE JUROS (BOM DIA SC

Participação Matéria do RBS Notícias (matéria de encerramento do telejornal)

Os cuidados com as crianças na hora de ir as compra (RBS Bom Dia SC)

Entrevista no Jornal do Almoço RBS TV SC: 13º salário

Como gastar o 13º Salário

Entrevista sobre Finanças Pessoais