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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Ceia de Natal dos "Deuses" com o Preço nas alturas...


Como era de esperar a ceia de Natal pode até ter ingredientes doces, porém o preço vai estar bem salgado este ano. Para economizar o consumidor vai ter que bater perna, pesquisar preços e usar a criatividade para substituir os produtos que estiverem acima do orçamento. O mais importante é planejar bem o que comprar e quanto poderá gastar evitando desperdícios e compras desnecessárias e para manter orçamento doméstico sob controle e o espírito de Natal por mais tempo. Afinal ninguém merece acordar no ano novo com o cheque especial estourado ou pagando juros no cartão de crédito.


Consumidor vai pagar mais caro pela ceia de Natal

Símbolos da ceia de Natal dos brasileiros, as carnes natalinas começaram a chegar nesta semana às gôndolas dos supermercados com preços mais salgados. Os fabricantes dos tradicionais peru, chester e tender estimam aumentos de preço entre 8% e 15%. A alta é justificada por maiores custos de produção, por conta do aumento no preço do milho. "Estamos repassando, em média, 10% do nosso aumento de custos", afirma Antonio Zambelli, diretor de marketing da Seara. "Nossos preços ficarão entre 8% e 9% maiores", diz, na mesma linha, Leomar Somensi, diretor comercial da Aurora Alimentos. A Brasil Foods, dona das marcas Sadia e Perdigão, vê preços entre 10% e 15% maiores, segundo o diretor de marketing, Eduardo Bernstein. Para o consumidor, no entanto, os preços podem subir ainda mais, pois as redes varejistas também pretendem repassar aumentos de custo que tiveram neste ano. Em janeiro, houve mudança no recolhimento do PIS e da Cofins na cadeia de aves e suínos. Os tributos, que antes eram recolhidos pela indústria, passaram a ser pagos pelos varejistas. "Só por conta da maior carga tributária no varejo, os preços aumentarão pelo menos 8% neste fim de ano. Sem contar o aumento de custos da indústria", afirma Sussumu Honda, presidente da Abras (Associação Brasileira de Supermercados). VENDAS EM ALTA. O preço maior, no entanto, não deve assustar o consumidor. "A situação de pleno emprego, a melhora na renda e os bons reajustes salariais em categorias importantes vão proporcionar um bom Natal para o varejo de alimentos", diz Bernstein. A BRF, assim como a Seara, projeta aumento de dois dígitos para o volume de vendas neste ano. A aposta são produtos com maior valor agregado, mais sofisticados, com molhos e recheios, e de fácil preparo. Para Zambelli, o consumidor deve fazer compras sem sentir culpa. Também considerado um produto de alto valor agregado, o panetone deve ser mais consumido neste ano. A Pandurata, detentora das marcas Bauducco e Visconti, espera aumentar o faturamento em 18%, com preços 8% maiores do que os praticados no Natal de 2010. Esperando demanda aquecida, aumentou a produção em 10%. A avaliação é que, menos propenso a assumir dívidas, o brasileiro deve investir em uma ceia mais incrementada. "Se a pessoa gasta menos em bens de consumo duráveis, o setor de alimentos é beneficiado", diz Honda. A Abras estima, com base no volume de encomendas à indústria, que as vendas de alimentos e bebidas crescerão 15% neste Natal. DIFERENÇA DE PREÇO Para não sobrecarregar o bolso ao preparar a ceia, o consumidor deve pesquisar. Pesquisa da Folha realizada nesta semana em supermercados de todas as regiões de São Paulo mostrou que a diferença de preços entre panetones de um quilo, todos da marca líder de mercado, pode chegar a 40% --o maior valor encontrado foi de R$ 27,79 e o menor, de R$ 19,80. No caso do chester, a diferença máxima é de 8%; no do peru, de 9% --sempre considerando a marca líder. Fonte: Folha Online

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Veículos populares: o sonho é ter um carro e o pesadelo é não ter segurança!!!!

Regulamentação! Regulamentação! O brasileiro tem uma hábito bastante popular de contar piadas de portugueses, porém se o que vale é a intenção então respondam: Em que país os equipamentos de segurança nos carros podem ser considerados opcionais???? É só sair para comprar um carro e verificar na prática quanto a mais teremos que pagar em cada um desses equipamentos: air bag, freios ABS, etc. Felizmente a concorrência com os carros asiáticos chegou para afinar de uma vez por todas o seguimento, pois no Brasil a voz do mercado vale mais do que qualquer regulamentação. E por falar nos portugueses, o preço dos carros por aqui também é uma piada, praticamente o dobro do preço dos carros nos Estados Unidos. Teste aponta veículos inseguros no Brasil Muitos dos carros mais vendidos no Brasil são armadilhas fatais para seus ocupantes caso se envolvam em colisões a velocidades moderadas, constatou um estudo independente.Testes conduzidos pelo Latin NCAP (programa de avaliação de carros novos), afiliada regional de uma organização que conduz testes de segurança em carros europeus, constataram que muitos modelos básicos não têm airbags e possuem cabines com estruturas deficientes. A maioria desses automóveis --incluindo modelos fabricados por Volkswagen, Fiat, Chevrolet, Ford e Peugeot-- obteve uma estrela, de um máximo de cinco. "Uma estrela --isso quer dizer motorista morto", disse David Ward, secretário geral da Global NCAP,organização vinculada à Fédération Internationale de l'Automobile, uma organização internacional de motoristas.As mortes em acidentes rodoviários cresceram quase 25% em 2010, para 40.610, ante 2002, o ano em que começou o boom econômico brasileiro. O Ministério da Saúde classifica o país em quinto lugar em termos de fatalidades rodoviárias, atrás de Índia, China, Estados Unidos e Rússia. "Os carros mais vendidos na América Latina têm níveis de segurança que ficam 20 anos atrás dos padrões 'cinco estrelas' que se tornaram comuns na Europa e na América do Norte", informou a Latin NCAP em nota. A organização realizou testes com os modelos básicos mais vendidos antes de aceitar modelos que incluíam airbags. Isso porque os carros com airbags e freios antitravamento têm preços significativamente mais altos, o que leva o comprador a optar por versões mais baratas. Entre as principais montadoras presentes no Brasil, a versão básica do Gol 1.600 da Volkswagen, o modelo mais vendido no país, obteve uma estrela no teste de colisão, realizado a 64 km/h. O Gol equipado com airbags obteve três estrelas no teste --o que permitiria a sobrevivência dos ocupantes em uma colisão. OUTRO LADO "A Volkswagen é pioneira na implementação de um centro de desenvolvimento para a segurança dos veículos no Brasil", afirmou a companhia, defendendo seu histórico de segurança em resposta aos testes. "É claro que um carro sem airbag não atinge o mesmo desempenho de um veículo equipado com airbag, em testes de colisão", afirmou a VW. Ford e GM se recusaram a comentar. A Fiat, a Fenabrave (associação dos distribuidores de automóveis brasileiros) e a Anfavea (a organização setorial das montadoras) não atenderam a pedidos de entrevista. Fonte: Folha Online

Os Bancos e Instituições Financeiras agradecem...


R$ 100 bilhões!!! Este é o valor que a nova classe média paga de juros. Dinheiro que sai direto do bolso dos consumidores para as instituições financeiras e bancos. Na realidade Sr. Ministro não estamos precisando só de transparência no pagamento de juros pelos consumidores, mas também de uma séria reforma que coloque a taxa de juros e o spread bancário (à diferença entre o preço de compra(procura) e venda(oferta) da mesma ação, título ou transação monetária) em patamares toleráveis. Para que o Brasil se torne desenvolvido é necessário colocar parte deste dinheiro no setor produtivo e em obras de infra-estrutura, saúde e educação.


Ministro quer transparência no pagamento de juros pelos consumidores

O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), Moreira Franco, quer transparência no total de juros pagos pelos consumidores em compras a prazo. A preocupação é com os gastos do maior estrato social do Brasil e principal público consumidor, a chamada nova classe média - formada por 95 milhões de pessoas, com 31 milhões de emergentes na década passada.
Um estudo apresentado pela SAE esta semana, durante o 3º Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira, revela que o segmento, responsável por R$ 1,1 trilhão do movimento do mercado interno, “está pagando de juros R$ 100 bilhões e a percepção que tem, declarada ao IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], é que está pagando R$ 3 bi”, disse Moreira Franco, ao sair da gravação do programa de rádio Bom Dia, Ministro; produzido pela EBC Serviços e pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República.
“Por falta de transparência na apresentação dessas informações, de quanto efetivamente de juros está pagando, ela [a classe média] está achando que está fazendo uma compra excepcionalmente boa quando não está. Os juros já estão embutidos no preço”, salientou ao defender também que os impostos sejam discriminados à parte. “Eu sou favorável que tenha uma nota fiscal que haja essa discriminação como em outros países.”
Segundo dados do Banco Central, os juros pré-fixados a pessoas físicas estão em 47% ao ano, a maior taxa desde maio de 2009. Moreira prevê um esforço do governo federal “no sentido de criar um ambiente propício a que haja mais transparência nas informações. São medidas de políticas dessa natureza que nós vamos ter que começar a cuidar”.
Na avaliação do ministro, a manutenção da nova classe média em um padrão de vida estável começa a depender mais de medidas econômicas do que de iniciativas na área social. “Quando eu digo que não está mais no âmbito da política social, mas na política econômica, isso significa que nós vamos ter que encontrar no aparato de instrumentos na área econômica aquelas iniciativas que nos permitirão enfrentar determinados problemas.”
De acordo com Moreira Franco, o governo continua preocupado com os estratos mais pobres e prepara uma nova política pública para 11 milhões de crianças na primeira infância (de até 3 anos e 11 meses).
A política está sendo traçada pela SAE em parceria com os ministérios do Desenvolvimento Social, Educação, Saúde e Direitos Humanos e, após as discussões técnicas, seguirá para a Casa Civil. Durante o programa, Moreira Franco apenas adiantou que a intenção do governo é que as mães “tenham uma única porta de entrada” para acessar programas sociais.
A SAE também estuda o problema da alta rotatividade da mão de obra no Brasil, relacionada a trabalhadores com rendimento de até dois salários mínimos. Em sua opinião, o fenômeno de desligamento precoce de trabalhadores afeta a produtividade. “Existe uma cultura que precisamos quebrar. Para aumentar a produtividade é preciso que aumente o tempo de emprego”, defendeu.

Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Risco Brasil é menor que risco EUA pela 1ª vez




É isso mesmo! Hoje é um dia para marcar a agenda econômica brasileira, pois há bem pouco tempo atrás, entre 2002 e 2003 o risco de investir no Brasil beirava os 2.500 pontos, agora chega a inacreditável marca de 42 pontos e abaixo do risco nos Estados Unidos (49 pontos). Por um lado, isto abre a perspectiva de novos investimentos, aumenta a entrada de dólar no país e torna mais barato os produtos importados mas, por outro lado, faz cair ainda mais a cotação do dólar, impactando diretamente na industria na competitividade do produto de brasileiro no exterior (que chega lá fora mais caro, porque o real fica valorizado). Mas entre os benefícios e as conseqüências, prefiro acreditar que este é um importante passo, pois aumentará também a responsabilidade dos governantes para manter esta nova realidade. E a cobrança para isto não será apenas interna, mas de todo o mercado investidor mundial.

Para maiores informações leia:


Entenda por que o risco de investir no Brasil está menor

Medida beneficia consumidor porque produto importado fica barato e incentiva concorrência

Raphael Hakime, do R7

O ministro Guido Mantega disse nesta quarta-feira (15) que o risco de se investir no Brasil, pela primeira vez, está menor que aplicar grana nos Estados Unidos. O risco, no entanto, só é menor para os casos de investimentos no curto prazo. Para chegar a esta conclusão, Mantega levou em conta o CDS (Credit Default Swap) ou swap de default de crédito.

Esse termo com nome complicado nada mais é que um seguro que um investidor contrata na hora de aplicar dinheiro em outro país. Se houver uma pane na economia desse determinado país, a empresa que fez o CDS paga o que o investidor aplicou, explica o economista Silvio Campos Neto, da Consultoria Tendências.

- [O CDS] é um seguro de uma dívida, é um custo de seguro de dívida. O mercado usa esse tipo de contrato para que o comprador do papel de um país ou uma empresa não corra risco em caso de um problema de crédito, ou seja, um default. Então, alguém compra um papel da dívida brasileira e, se não quiser correr o risco de o país sofrer uma moratória, paga um prêmio para uma empresa que oferece esse seguro e fica com a garantia em relação a qualquer evento.

Campos Neto explica que existem CDS de vários prazos - um, dois, cinco ou dez anos. Na última terça-feira (14), o CDS do Brasil recuou para 42 pontos no prazo de um ano, contra o custo de 49 pontos base para proteção da dívida dos EUA em um prazo equivalente. O economista explica que uma indefinição política nos Estados Unidos causou o aumento do custo do seguro por lá.

- No caso do CDS de um ano dos Estados Unidos, esse custo subiu um pouco nos últimos dias por conta da preocupação com a ampliação do teto da dívida do país. Não houve um consenso no Congresso e o que se especula é que o Tesouro local só tem até o início de agosto para honrar os compromissos. Ou seja, seria ampliado esse teto da dívida [para depois de agosto]. Esse impasse da ampliação ou não do teto da dívida deixou o seguro mais caro.

O economista da Tendências afirma que os CDSs mais longos – sobretudo o de cinco anos de duração - são mais usados pelo mercado para assegurar uma dívida. Mesmo assim, ele reconhece que o custo do seguro do Brasil deixa o país com fama ainda melhor no mercado internacional.

- Esse indicador é um bom critério [para avaliar o risco Brasil]. Esse custo de assegurar a dívida dá uma medida direta do que o mercado avalia em caso de risco de um evento de crédito. Nesse caso, dá para dizer, grosso modo, que, no período de um ano, o mercado está vendo um risco menor no mercado do Brasil do que no dos Estados Unidos, por conta especificamente do caso do limite da dívida.

Como isso muda sua vida?

Essa redução do risco para aplicações no Brasil pode ser benéfica para o consumidor, sobretudo quando ele quiser comprar um bem produzido em outro país, explica o economista.

- Fica mais barato consumir bens da economia que envolvem algum item importado, seja aqueles diretamente importados ou os bens produzidos aqui com insumos importados. Para o consumidor é bom porque ele tem produtos mais baratos e de boa qualidade. Isso gera concorrência e não se consegue aumentar tanto os preços dos produtos feitos aqui.

Outra consequência possível é o aumento da entrada de dólares no país, que ficou mais atrativo para os investidores estrangeiros. Mesmo assim, a redução do CDS no Brasil é uma resultado do fluxo cambial para o país, diz economista.

- Mais dólares entram aqui e esse fato visualizado hoje é uma consequência e o Brasil se beneficiou disso. Por isso que o consumo no Brasil pode subir tanto nos últimos anos. O real ficou mais forte e a renda em reais aumentou o poder de compra e melhorou o bem-estar da sociedade.

Esse possível fluxo maior de dólares para o Brasil deve repercutir na indústria, que abomina a entrada da moeda estrangeira em massa por aqui. Isso porque, com mais dólares disponíveis, maior a competitividade dos produtos estrangeiros por aqui. Ao mesmo tempo, as mercadorias brasileiras perdem espaço no mercado internacional, já que chegam mais caras lá.

Esse cenário pode se refletir no mercado de trabalho porque a indústria pode deixar de investir no setor e, consequentemente, reduzir as contratações e afetar o mercado de trabalho brasileiro.

Fonte: http://noticias.r7.com/economia/noticias/entenda-por-que-o-risco-de-investir-no-brasil-esta-menor-20110615.html?question=0

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Redes Sociais: uma "arma" nas mãos dos consumidores.



Empresários apertem os cintos e tornem mais eficientes os seus sistemas de atendimento ao consumidor, pois se a tentativa de resolver o problema diretamente com a empresa não for alcançado o consumidor começa a disparar e-mails e informes nas redes sociais. E basta transmitir, retransmitir ou compartilhar a informação e multiplica-se inúmeras vezes o alcance da imagem negativa para a empresa. A dica neste sentido é respeitar o consumidor, aumentar a eficiência do sistema de atendimento voltado as reclamações (por que o sistema de vendas neste sentido geralmente é bem eficiente), mas principalmente, reduzir ou eliminar a recorrência de erros no atendimento inicial, respeitando prazos e o cumprimento daquilo que esta se comprometendo a realizar, seja pela venda de um produto ou serviço.

E para o consumidor a dica é: Se não for atendido utilize os meios disponíveis para declarar sua insatisfação. Uma nova forma de regularizar o mercado é balancear a força entre empresas e consumidores, numa relação onde todos ganham.


Rede social vira atalho para consumidor insatisfeito.

Uma geladeira nova com defeito, quase três meses de peregrinação por órgãos de defesa do consumidor e visitas de técnicos da rede autorizada, horas pendurado no telefone tentando falar com o serviço de atendimento ao cliente e um vídeo no Youtube disseminado por milhares de pessoas pelo Twitter.

Esse é o resumo da batalha que o funcionário público Oswaldo Luiz Oliveira Borrelli travou com uma fabricante de eletrodomésticos para conseguir a substituição do refrigerador que comprou por quase R$ 3.000.

- Eu ligava para a empresa, fui ao Procon-SP, onde registrei queixa. Aí me estressei e chegou um dia que pensei: ‘hoje vou resolver isso’. Coloquei a geladeira na porta de casa, mandei fazer uma faixa e fiz um vídeo, que coloquei no youtube com link para o Twitter e Facebook. Nisso, a empresa já começou a me seguir no Twitter. Foram cinco dias entre a postagem do vídeo e a entrega da geladeira.

O vídeo que Borrelli postou na internet ficou famoso, foi visto por cerca de 900 mil pessoas e virou uma espécie de consultor para outros consumidores descontentes com os mais diversos produtos.

O caso de Borrelli teve final feliz, sobretudo, por causa da persistência e porque a fabricante monitora todos os passos de seus clientes nas redes sociais. No entanto, nem sempre usar só as redes sociais para reclamar é sinônimo de ter o problema resolvido.

Isso porque, ao reivindicar os direitos só pela na internet, pelas redes sociais, as reclamações não ficam registradas e simplesmente desaparecem, explica Maria Inês Dolci, coordenadora da Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor).

- É importante que o consumidor não deixe de registrar sua reclamação nos órgãos de defesa do consumidor porque essas reclamações vão subsidiar ações para buscar melhorias e farão com que as empresas se adéquem ao Código de Defesa do Consumidor.

A advogada do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), Veridiana Alimonti, reconhece que “reclamar de uma empresa na rede pode implicar em uma solução mais rápida do que os canais tradicionais por conta da exposição a que ela é submetida”.

- Porém, as redes sociais não devem substituir os canais tradicionais, nem para a empresa, nem para o consumidor. Quanto a este, é importante que ele registre sua reclamação na empresa, inclusive tendo meios para comprovar que não teve solução adequada dentro do prazo e eventualmente procurar o Procon e o Judiciário.

Como o R7 noticiou, o Procon-SC anunciou em março que deverá criar contas no Facebook e o Twitter até o meio deste ano. O objetivo, segundo a entidade, é falar diretamente com os jovens, que poderão fazer consultas e tirar dúvidas - reclamar, não - pelas redes sociais.

Feliz com o novo eletrodoméstico, Borrelli confessa que não era adepto das redes sociais antes do problema.

- Eu não estava acostumado a usar redes sociais. Só usava o Facebook para encontrar amigos. Eu tinha o Twitter e tinha 16 seguidores, mas nem sabia como funcionava nem sua finalidade.

Indignado com o tratamento do consumidor no Brasil, o funcionário público diz que “temos que mudar esse negócio de mal atendimento do consumidor” porque, aqui, “a empresa não pensa no pós-venda, ela só pensa em vender”.

Borrelli recomenda a outros consumidores reclamar de um produto por meio das redes sociais, mas sugere seguir alguns passos antes de desabafar contra a empresa pela internet.

- Meu conselho é fazer como eu fiz: tenta o SAC [Serviço de Atendimento ao Consumidor]. Não resolveu? Tenta o Procon-SP, o juizado especial. Não resolveu? Daí chuta o pau da barraca. [Se não seguir esses passos,] você desacredita a rede social e, depois, você pode sofrer um processo, se não procurar os caminhos necessários para reclamar.

Fonte: Record

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Inadimplência em Alta: Maior Alta desde 2002.

Este número preocupa neste início de ano. Inadimplência de um lado, pressão sobre as vendas do outro.


Inadimplência do consumidor cresce 24,8%, a maior alta anual desde 2002

SÃO PAULO – A inadimplência do consumidor no mês de janeiro registrou alta de 24,8% em comparação com o mesmo período do ano passado, apontou o indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, divulgado nesta quarta-feira (9).

Esse foi o maior crescimento anual registrado desde julho de 2002. De acordo com os economistas da Serasa Experian, o crescimento da inadimplência é resultado da expansão do endividamento dos consumidores, que cresceu acentuadamente durante todo o ano passado.

Mensal

Na comparação entre janeiro e dezembro passado, por sua vez, houve queda de 3,3%, o que significa, segundo a instituição, o controle da inadimplência.

Para o especialistas, o recuo registrado entre janeiro de 2011 e dezembro de 2010 mostra que a inadimplência do consumidor não conta com a mesma aceleração dos meses anteriores (foram oito altas mensais seguidas entre maio e dezembro de 2010).

Decomposição

A inadimplência com cartões de crédito e financeiras recuou 1,6% frente a dezembro, enquanto as dívidas com os bancos caíram 1,7% no mesmo período.

Os cheques apresentaram baixa de 13,4% na inadimplência.

Fonte: InfoMoney http://dinheiro.br.msn.com/

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Preço Público: Consumidores Organizados em Rede

Uma idéia inovadora coloca os consumidores na vanguarda da comunicação em rede com o Projeto Preço-Público, pois a idéia é unir os consumidores para divulgar os melhores preços por todo o Brasil no melhor estilo “C to C” (consumidores para consumidores). O Projeto nasceu por uma iniciativa de pesquisadores da UFSC do Departamento de Engenharia e Gestão do Conhecimento e chegou as ruas através do site http://www.precopublico.com.br/index.jsp , nele os consumidores cadastrados podem informar e compartilhar os melhores preços encontrados no comércio. Uma iniciativa que vai fazer diferença, por isso:

PARTICIPE E DIVULGUE ESTA IDÉIA!


O PROJETO

O Preço Publico é um projeto social, sem fins lucrativos, que visa oferecer à sociedade uma ferramenta robusta, inteligente e gratuita para o compartilhamento e a busca da melhor oferta de preços de produtos e serviços diversos. Não comercializa ou tem participação financeira em qualquer transação comercial.

Sabemos que a variação dos preços dos produtos e serviços ofertados no mercado tradicional é extremamente elevada e, na maioria das vezes, não é justificável. Em uma mesma cidade, em um mesmo bairro, e até em uma mesma rua, encontramos o mesmo produto ou o mesmo serviço com valores totalmente discrepantes. Sabemos também que o ritmo de vida, as questões físico-humanas e financeiras impedem que qualquer cidadão faça uma busca extensiva pela oferta mais justa para o produto ou serviço de seu interesse. Mas também sabemos que a tecnologia com toda sua evolução pode, e deve, trabalhar a favor de nós, proporcionando meios eficazes de facilitar este trabalho.

O Preço Justo baseia-se no princípio da ajuda mútua, no voluntariado social, onde cada qual, consciente de sua responsabilidade com os demais e tendo nas mãos uma ferramenta web gratuita, disponibiliza as suas informações, os seus conhecimentos de preços e ofertas com o objetivo de tornar esta informação pública e acessível a todos instantaneamente.

O projeto é desenvolvido por profissionais com grande experiência na área de tecnologia e elevada formação acadêmica motivados pela idéia de aplicar seus conhecimentos para o desenvolvimento de um sistema tecnológico porém também humano e de cunho social.

SITE: http://www.precopublico.com.br/index.jsp

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

PESQUISA INDICA AUMENTO DO PODER DE COMPRA

CONSUMO

Uma pesquisa realizada no mês passado em SP pelo instituto QuorumBrasil mostrou que 47% dos consumidores com renda mensal entre R$ 900 e R$ 1.200 hoje conseguem comprar mais do que há 3 anos. O aumento no poder aquisitivo fez com que o preço deixasse de ser fator determinante na decisão de compra. 60% dos que ganham entre 1 e 2 salários mínimos e 64% dos que recebem até R$ 450 reais mensalmente disseram que escolhem suas compras de olho na etiqueta de preço. Mas apenas 51% de classe C fazem o mesmo. O preço continua tendo importância para a Classe C, porém no papel de árbitro na disputa entre 3 ou 4 marcas previamente selecionadas para integrar o repertório de escolhas de um determinado consumidor.


LEGISLAÇÃO

SAI LIMINAR CONTRA LEI DO CHEQUE

O juiz de direito Luiz Antonio Zanini Fornerolli, da Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital, deferiu liminar em mandado de segurança para afastar a aplicação da Lei do Cheque (nº 14.649/2009) e garantir à Theiss Confecções Ltda. o direito de não aceitar cheques apresentados por seus consumidores.

A empresa ingressou com o pedido – que solicitava o direito de opção na aceitação dos cheques apresentados por seus clientes – sob o fundamento de que a norma impedia o livre exercício de suas atividades comerciais. A lei, de autoria da Assembléia Legislativa, impôs algumas restrições acerca da forma de recebimento de cheques por parte das empresas comerciais do Estado. Também no sentido de corrigir os efeitos da Lei, o Deputado Darci de Mattos, já elaborou um projeto de Lei, a pedido das entidades empresariais, inclusive da ACATS.

Fonte: Informativo ACATS

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Alerta ao Consumidor: O preço da Gasolina pode variar mais de 23% em Santa Catarina

O preço dos combustíveis sempre atinge diretamente o bolso do consumidor e no caso de Santa Catarina é um problema que persiste. Aqui no Estado o preço da gasolina pode variar mais de 23%, ou R$ 0,532 por litro. O menor preço mínimo é cobrado em Itajaí, R$ 2,279 e o maior preço é cobrado em São Miguel do Oeste R$ 2,811, os municípios tem respectivamente o preço médio de R$ 2,433 e de R$ 2,515 o que indica que tanto os moradores de um quanto de outro tem que continuar atentos e pesquisando para encontrar os postos que vendem com um preço menos inconveniente ao bolso.

Em Florianópolis a briga de consumidores com as bombas de gasolina e o preço dos combustíveis é antiga e ao longo do tempo tem surtido resultados. O município ficou na média, os preços já não são os mais altos, mas também estão longe de serem os mais baixos. A variação no preço da gasolina por aqui pode chegar a quase 9% ou R$ 0,199, o menor preço mínimo é de R$2,400 e o maior é de R$2,599.

Florianópolis deixou também de ocupar o topo das capitais com o preço da gasolina mais alto país, posto agora ocupado por Porto Alegre, mesmo assim estamos longe do menor preço mínimo de Curitiba que é de R$2,290 e o de São Paulo que pasmem vocês é de R$ 2,127 ou 12% mais barato que o menor preço cobrado em Florianópolis e 32% em relação ao preço mais alto da gasolina vendida em São Miguel do Oeste.

Cabe destacar aqui que, em termos de preço de combustível, Itajaí é o porto seguro para os consumidores, pois lá estão os menores preços da gasolina, álcool, diesel, GNP e GLV.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Brasil será quinto maior mercado consumidor do mundo em 2030

Por YGOR SALLES

O mercado consumidor brasileiro deve ser o quinto maior do mundo em 2030, segundo estudo feita pela Ernst & Young Brasil e pela FGV Projetos. Em 2007, o Brasil ficou na oitava posição.

O crescimento do consumo é baseado em projeção de alta de 150% do PIB (Produto Interno Bruto) do país --o que equivale a uma expansão de 4% ao ano--, chegando a US$ 2,4 trilhões em 2030. Ajustado pela paridade do poder de compra, o PIB passaria a US$ 2,5 trilhões --menor apenas que a dos Estados Unidos, China, Índia e Japão. Neste intervalo, o país ultrapassaria Alemanha, Reino Unido e França.

Segundo Fernando Garcia, da FGV Projetos, o estudo é justificado pela premissa de que o país passará por um período de desenvolvimento sustentado. "Com a percepção de estabilidade, passamos a ter uma necessidade de planejamento de longo prazo que não tínhamos antes", disse.

O consumo crescerá R$ 1,9 trilhão entre 2007 e 2030, passando de R$ 1,4 trilhão para R$ 3,3 trilhões. A pequisa ressalta que, além de aumentar significativamente em valores, o perfil do consumo mudará, se tornando ainda mais concentrada classe média e voltada para uma população mais velha, entre 30 e 55 anos.

Segundo Garcia, o perfil do consumidor brasileiro em 2030 é determinado por quatro variáveis: demográfica (crescimento cada vez menor da população, o que a envelhece), universalização da educação, estabilidade de preços e mobilidade social.

"A educação ampliada e a estabilidade de preços leva à mobilidade social. Mais pessoas sairão de classes de renda menores e irão para as maiores. E, com isso, consumirão mais também", disse.

Quanto à distribuição de renda, todas as classes sociais terão elevação, exceto a E (renda de até R$ 1 mil por família). "A classe média será maioria, e surgirá uma classe de novos-ricos significativa", explica Garcia. Pelas contas do estudo, as classes B e A (renda familiar mensal de R$ 4 mil a R$ 16 mil) responderão por quase metade (47,5%) do crescimento do consumo.

Oportunidades de consumo

Com as mudanças no perfil do consumidor, os setores de consumo que crescem mais também sofrerão alterações. Um exemplo é o consumo de alimentos in natura --o ramo de produto que menos crescerá até 2030, a 2,5% ao ano.

"O mercado será mais sofisticado", disse Garcia. "No caso dos alimentos in natura, por exemplo, há a queda porque as pessoas passam a se alimentar mais fora de casa."

A agregação de valor no consumo explica o crescimento anual mais significativo para os ramos de higiene pessoal e limpeza (4,8%), saúde (4,4%), serviços financeiros (4,4%), educação e cultura (4,3%) e habitação (4,2%).

Já em termos absolutos, o ramo de habitação dará a maior contribuição da alta do consumo até 2030 --R$ 505,8 bilhões, ou 26,7% do total do crescimento. Será seguido pelos serviços de utilidade pública --gás, saneamento, energia e lixo--, com 12,4% do total (R$ 234 bilhões).

Fonte: Folha Online

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Consumidor deve gastar, em média, R$ 320 em compras na web para o Dia dos Pais

As pessoas que comprarem pela internet para presentear no próximo Dia dos Pais gastarão, em média, R$ 320, segundo estimativa da e-bit (empresa de pesquisa e marketing on-line), divulgada nesta quinta-feira (31).

Devido aos brindes, descontos e facilidades de pagamento, a internet atrairá os filhos, que gastarão, em média, 8% a mais do que gastaram na mesma data comemorativa em 2007, quando o tíquete médio ficou em R$ 299.

Comparando: fora do universo virtual a expectativa da Associação Comercial de São Paulo é de que os consumidores gastem, em média, R$23,00 no comércio, já de acordo com a Associação dos Lojistas de Shopping é de que o consumidor desembolse em média, R$120,00 no shopping. O poder aquisitivo, aliando as facilidades de compra e de pagamento parece prevalecer, fazendo a intenção de gasto com as compras virtuais, em média, ficarem 62,5%acima das compras nas lojas dos shoppings e 92,8% acima das expectativas de gastos nas lojas do comércio em geral.

Dia dos Pais: carga tributária pode chegar a 78,43% do valor do presente

De acordo com estudo realizado pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), a carga tributária pode chegar a 78,43% do valor do presente do Dia dos Pais deste ano. Quem for comprar roupas, por exemplo, pagará em média 34,67% em tributos.

"Com tantas opções, o consumidor que sairá ganhando é aquele que levar em conta o quanto paga de imposto em cada produto e souber aproveitar o momento", disse o diretor técnico do IBPT, João Eloi Olenike. Os dados mostram que os perfumes importados são os presentes com maior carga tributária embutida, seguidos dos nacionais, cuja incidência é de 69,13%.

Ranking
Em seguida, estão os charutos, com 61,56%, o wisky (61,22%), o tênis importado (58,59%) e os vinhos (52,50%), de acordo com a tabela abaixo:

Produto Impostos
Perfume importado 78,43%
Perfume nacional 69,13%
Charuto 61,56%
Wisky 61,22%
Tênis importado 58,59%
Vinho 52,50%
Aparelho MP3 ou iPOD 49,45%
Óculos de sol 44,18%
Ingressos (tickets) 40,85%
Aparelho de barbear 40,78%
Cinto de couro 40,62%
Telefone celular 39,80%
CD 37,88%
Sapatos 36,17%
Calça jeans 34,67%
Camisa 34,67%
Almoço em restaurante 32,31%
Jantar em restaurante 32,31%
Livros 15,52%

Fonte: IBPT

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Investimento X Consumo ?

Era tradição a bolsa de valores caia e o capital migrava para o dólar, mas a pelo menos há seis meses a história mudou. A bolsa cai e o dólar também. A queda continua na bolsa de valores que começou em junho e continuou por todo mês de julho, levando ações tradicionais a despencar, como as ações da Vale e da Petrobrás que há cinco anos vinham batendo recordes de valorização*.

Os investidores estrangeiros tiraram o dinheiro da BOVESPA para cobrir os prejuízos lá fora ou para aproveitar o aumento da SELIC migrando para a renda fixa, a intenção é garantir uma valorização mínima para o investimento (com o risco de a valorização ser menor do que a inflação) até que novos ventos soprem na bolsa de valores.

Depois que os índices de inflação deram o ar da graça e começaram a atingir os nossos bolsos e a jogar por terra qualquer tentativa de investimento, já que a grande maioria deles tem valorizado abaixo da inflação. Neste caso o consumo para muitos parece ser a alternativa no momento, principalmente de bens duráveis, não é por acaso o aquecimento nas vendas de carros e de eletroeletrônicos. O dólar tem contribuído para segurar o preço ou até mesmo fazê-los despencar nestes segmentos o que tem colaborado para as vendas.

Outro fator interessante em relação à queda da bolsa e ao rendimento negativo (em relação à inflação) das outras modalidades de investimento é que os indicadores internos no Brasil estão em boa fase, o mercado interno tem demonstrado amadurecimento e a confirmação do cenário que o levou a receber o “grau de investimento” pelas agências internacionais, mas ainda não está imune a forte crise que abala os Estados Unidos. O que demonstra que a aparente crise que atinge o investimento financeiro no país coloca o foco no consumo e isso faz muito bem para a economia desde que sustentado na capacidade produtiva das empresas e de novos investimentos no setor produtivo. Uma boa perspectiva para começar a semana.


* Nesse caso para quem não vendeu as ações no momento oportuno o correto é não vender e para quem saiu no momento certo (ufa!!!) ou quer entrar no mercado financeiro o momento de compra está próximo.

ENTREVISTA: VIAGEM AO EXTERIOR (Jornal Hoje/Globo)

http://g1.globo.com/jornal-hoje/videos/t/edicoes/v/cartao-de-debito-pre-pago-e-boa-opcao-para-pagar-contas-em-viagens-ao-exterior/2541690/

DICAS DE ECONOMIA: ENDIVIDAMENTO E TAXA DE JUROS (BOM DIA SC

Participação Matéria do RBS Notícias (matéria de encerramento do telejornal)

Os cuidados com as crianças na hora de ir as compra (RBS Bom Dia SC)

Entrevista no Jornal do Almoço RBS TV SC: 13º salário

Como gastar o 13º Salário

Entrevista sobre Finanças Pessoais